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Uma simples experiência III

  • 14 de mai. de 2017
  • 1 min de leitura

Felizmente, isso não é tudo, pois o amor de Deus não termina porque o homem foi feito a sua imagem e semelhança. Vejamos, por exemplo, quantas pessoas e grupos recuam de um caminhar perverso para o reencontro consigo mesmo: o homem, criatura de Deus, é em si mesmo, uma graça operada pelo infinito amor de Deus. É tão grande o amor de Deus pela criatura humana, que mandou o próprio filho, para ser crucificado. Mesmo assim o ser humano esquecido de tal verdade, continua debilitado em seu próprio amor, que é um dom de Deus. Observemos quantos fenômenos existem a denunciar com rigorosa evidência, que o amor de Deus é onipotente e misericordioso a ponto de perdoar como forma perfeita de amor. Experimentemos o nosso hoje tão carregado de guerras, revoluções, de injustiças, forma de reduzir a própria dignidade humana. Eis aí um desamor que agride o amor de Deus criador. Que fazer, em nossa limitada capacidade, para reduzir no mundo, tantas ocasiões de injustiça e perversidade, onde cujos nomes é o dissílabo "guerra"? Não nos tornemos ignorantes quanto a existência de Deus que é amor: Deus Caritas Est. Ora, se o amor do homem, por vez é tão grande, é muito traduzido nos seus próprios limites: ora, Deus não tem medida. Deus perdoa porque seu amor é eterno. Veja cada um dos seres humanos como foi, como é e como deverá ser. Não percamos a esperança.


 
 
 

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