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Eles passam nas manhãs da Graça

  • 1 de jun. de 2017
  • 1 min de leitura

I

Nas mãos, o peso das sacolas,

Nos olhos, o horizonte das esperas.

O suor testemunha o seu labor.

Logo enfrentarão

o ritmo sempre igual,

com lembrança das horas sem repouso

II

No ventre, o fruto concebido entre suores,

nos olhos, as manhãs já vividas, em esperança,

o trabalho a lembrar o dever inevitável.

Valerá todo esforço, à espera de nova criatura.


 
 
 

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